Beyblade V-Force · review
Clássico da infância, sem mais. Aquela mistura perfeita de gritaria, discos girando e gente levando Beyblade como se valesse o futuro da humanidade. Tyson é o típico protagonista barulhento, mas carismático; Kai é o gelado estiloso que todo mundo queria ser; e o resto do time segura bem a vibe — cada um com seu jeitinho. Hoje em dia, claro, o impacto não é o mesmo. O roteiro é simples, cheio de clichês, e algumas lutas parecem mais decididas na base do grito do que da estratégia. Mas não dá pra negar o charme. Tem aquele espírito competitivo puro, sem frescura, e o plot do vilãoainda consegue dar um hype danado — na época, era de arrepiar ver aquilo na TV Globinho, slc.
No fim, Beyblade 2002 é o tipo de anime que envelheceu, mas envelheceu bem — tipo um brinquedo riscado que ainda funciona. É divertido, é barulhento, é nostálgico… e é impossível ver sem soltar um “3, 2, 1... Let it rip!”